Você já viu animais e pessoas com um olho de cada cor?
Pois é... o nome dessa anomalia genética é heterocromia de íris e pode ser hereditária ou adquirida em decorrência de uma doença como glaucoma, diabetes, tumores, melanomas ou até pelo uso de medicamentos.
Esse é o Fred Corte, ele tem um olho verde e outro azul. Podemos chamá-lo também de "gato de olho ímpar".
A heterocromia pode ser total, como é o caso do Fred (uma íris de cada cor), radial (uma cor contorna a íris e outra o centro) ou ainda fragmentada (com manchas escuras espalhadas pela íris de um ou dos dois olhos).
Essas alterações podem ocorrer com mais frequência em animais de pelagem branca, com o gene branco dominante que inibe que os grânulos de pigmentos alcancem um olho durante seu desenvolvimento, ficando assim com um olho de cada cor.
Todos os gatos filhotes possuem olhos azuis ao nascer e a coloração muda conforme o crescimento de azul para verde, verde para amarelo e de amarelo para laranja, assumindo a cor definitiva em fase adulta.
Alguns gatos brancos de olhos azuis têm chances genéticas maiores de serem surdos devido a degeneração da cóclea logo após o nascimento. Infelizmente esse é o caso do Fred, que é totalmente surdo.
O maior perigo para esses gatos surdos é de viverem soltos com acesso a rua, pois não poderão se defender da ameaça de outros animais e fugirem de serem atropelados caso estejam de costas.
No caso do Fred, a heterocromia é genética, hereditária, é benigna está acompanhada da surdez e não causa nenhum outro problema para sua saúde.
Para protegê-lo a tutora mantém o Fred dentro de casa e ele convive muito bem com outros gatinhos. 💙💚😍

Projeto de lei que permite visita de animais de estimação em hospitais é aprovada em São Paulo Foto: Pixabay/StockSnap
A partir de hoje, pacientes internados em hospitais municipais de São Paulo podem receber a visita de seus animais de estimação. A lei foi publicada nesta quarta-feira, no Diário Oficial do Município.
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A proposta de lei é do vereador Rinaldi Digilio (PRB), que defende que a visita do animal pode contribuir com o tratamento, pois é uma forma de levar "carinho e alegria" ao paciente internado.
"Tratamentos que utilizam animais na recuperação de pacientes já vêm sendo aplicados em diversos países, contabilizando resultados de sucesso", disse ao Estadão, enquanto o processo tramitava na Câmara Municipal de São Paulo.
Para receber a visita dos bichinhos, no entanto, foram determinadas algumas regras básicas. É preciso pedir autorização do médico responsável pelo paciente e agendar a visita na administração da unidade de saúde.
O pet deve estar limpo, vacinado e possuir laudo veterinário que ateste as boas condições de saúde. Eles devem ser levados em caixa de transporte adequados, além de utilizar guias e coleiras.
A entrada no hospital dependerá de autorização da comissão de infectologia e cada instituição poderá determinar outras normas e procedimentos específicos para organizar o tempo e o local de encontro entre dono e animal de estimação.
Segundo Digilio, estudos realizados na Inglaterra comprovam "que o estímulo dos pets em ambientes hospitalares, por exemplo, ajuda não somente o paciente, mas toda a equipe que convive com o animal", disse.

















